terça-feira, 20 de julho de 2010

A trajetória das mulheres africanas e afro-brasileiras na América Latina

23 e 24 de julho


A trajetória das mulheres africanas e afro-brasileiras na América Latina

No primeiro dia, quatro mesas de discussões iniciam os debates em torno da história das mulheres africanas na América, falando sobre seus desafios e conquistas na luta pelos Direitos Humanos, pela participação política e pela gestão pública na América. No segundo dia, os palestrantes vão abordar a questão do impacto da violência sob as mulheres em suas variadas formas nas Américas e a atuação das mulheres negras na cultura e nos meios de comunicação.

Incrições: pelo telefone 3113-9745 até o dia 22 de julho, às 17 horas.

Local: Auditório Franco Montoro da Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo – Pateo do Colégio, 148.

Dia 23 das 9h às 18h e dia 24 das 9h30 às 13h.

Para mais informações: http://www.prefeitura.sp.gov.br/

XII CURSO DE DIFUSÃO CULTURAL CEA/USP - ASPECTOS DA CULTURA E DA HISTÓRIA DO NEGRO NO BRASIL

XII CURSO DE DIFUSÃO CULTURAL CEA/USP


ASPECTOS DA CULTURA E DA HISTÓRIA DO NEGRO NO BRASIL

Período de 05/08 a 25/11/2010 – quintas-feiras, das 19h00 às 22h00

(45 horas com nota)

1ª Aula – 05/08/2010

Prof. Kabengele Munanga

1. Introdução

Apresentação do curso: objetivos, conteúdo do programa, bibliografia básica

Origens geográficas dos africanos escravizados no Brasil

Existe uma história do negro no Brasil? E por onde ela começa?

2ª Aula – 12/08/2010

Profª Marina Pereira Almeida Mello

2. O negro no território brasileiro e o regime escravista: adaptação e resistência

2.1. Resistências individuais

2.2. Resistências coletivas: rebeliões nas senzalas, quilombos, Revolta dos Malês.

2.3. Atuação do negro na abolição

3ª Aula – 19/08/2010

Profª Marina Pereira Almeida Mello

3. O negro após a abolição e novas formas de resistência:

3.1. A revolta da Chibata

3.2. A Frente Negra Brasileira – imprensa negra em São Paulo

3.3. O movimento negro contemporâneo

4ª Aula – 26/08/2010

Prof. Juarez Tadeu de Paula Xavier

4. Culturas negras no Brasil:

4.1. Leis e repressões contra as culturas negras no Brasil – estratégias e formas de resistência:

4.1.1. Resistências religiosas: candomblé, umbanda

5ª Aula – 02/09/2010 continuar lendo...

Dança da Guerra - (War Dance)


Três crianças que vivem em um acampamento de refugiados no norte da Uganda competem em um festival nacional de música e dança.

O filme se foca em três crianças: Rose, Nancy e Dominic. Os três são membros da tribo Acholi, localizada no remoto norte do campo de refugiados de Patongo (Uganda), que está sobre ocupação militar de um grupo revolucionário que vem se rebelando contra o governo pelas últimas duas décadas. Em 2005, a escola primária do campo ganhou o direito de participar da Competição Nacional de Música, um dos eventos mais importantes do país. Durante três meses, os realizadores do filme acompanharam as crianças em suas preparações para o evento, e conquistaram deles confiança suficiente para receberem confissões sobre os horrores da guerra que eles vêm presenciado e sobre seus medos, sonhos e esperanças individuais.


Gênero: Documentário
Diretor: Sean Fine / Andrea Nix
Duração: 105 minutos
Ano de Lançamento: 2007
País de Origem: EUA
Idioma do Áudio: Acholi / Inglês
IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0912599/

Qualidade de Vídeo: DVD Rip
Vídeo Bitrate: 893 Kbps
Áudio Bitrate: 130
Resolução: 624x352
Formato de Tela: Widescreen (16x9)
Frame Rate: 23.976 FPS
Tamanho: 699 Mb
Legendas: Em anexo


DOWNLOAD PARTE 1
DOWNLOAD PARTE 2
DOWNLOAD PARTE 3
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domingo, 18 de julho de 2010

African Voices-Songs Of Life

Esta é uma coletânea de canções africanas que mostram todo valor dos vocais, únicos e inconfundíveis.

número de catálogo 63930
Discos 1
Data de Lançamento 24 set 1996
Studio/Live Studio / Live Studio Estúdio
Mono/Stereo Mono / Stereo Stereo Estéreo
Producer Produtor Samite; Ayub Ogada; Tony Cedras; Richard Evans; Brian Keane Samite; Ogada Ayub; Cedras Tony, Richard Evans, Brian Keane
Engineer Engenheiro Frez-Albrecht; Alejandro Colinas; Jim Matus; Ron Bach; Samite; Richard Evans; Brian Keane FREZ-Albrecht; Colinas Alejandro; Matus Jim, Ron Bach; Samite; Richard Evans, Brian Keane
Tempo de gravação 59 minutes

TRACK LIST

1-Kothbiro - Ayub Ogada
2-Dala - Ayub Ogada
3-Ondiek - Ayub Ogada
4-Sutu Kun - Vieux Diop
5-Jali - Vieux Diop
6-Ekibobo - Samite
7-Ndere - Samite
8-Wasuze Otya? - Samite
9-Ngak - Lucky Diop
10-Igne - Lucky Diop
11-Mamadi - Lucky Diop
12-Woza Azania - Kevin Nathaniel
13-Tatenda - Kevin Nathaniel

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VA - AFRICAN LOUNGE


Artista: VA
Álbum: African Lounge
Gênero: Lounge
Lançamento: 14-07-2010
N° de Faixas: 15
Formato: MP3
Qualidade: 192 kbps
Tamanho: 112 MB




TRACK LIST

01. Somi – Prayer To Saint Of The Brokenhearted 03:23
02. Lira – Ixesha 05:06
03. Kaissa – To Ndje 06:00
04. “Spha” Bembe – Shoe Shine 06:19
05. Juluka – Africa – (G8 Mix) 05:13
06. Afronaut – Mpara (Fool) 04:39
07. Pops Mohammed – Totem Spirit 03:33
08. Michael Olatuja feat. Jason Rebello & Jean Toussaint 09:00
09. Mpemba Effect – Holding On (To Memories) 07:11
10. Omitsu – Afro Snap 04:32
11. Sibongile Khumalo – Shango 05:20
12. Safe Mode – Woza 04:32
13. Thapelo Khomo & Godfrey Mgcina – Beating Heart 05:01
14. Choppa – Waga Waga (Remix) 05:09
15. Freshlyground – Zulu Lounge 05:49

DOWNLOAD by cdcompletos.org

sexta-feira, 25 de junho de 2010

A Cor do Saber - Entender o Racismo na Educação

Entender o Racismo na Educação

Para entendermos o racismo na educação antes de mais nada deve-se buscar o entendimento da sociedade brasileira, uma sociedade racista e irônica. A ironia está no simples fato dessa sociedade não se reconhecer racista durante longas décadas e hoje, apesar do avanço nesse reconhecimento acusa-se o negro de também ser racista.

Racismo é preconceito contra qualquer que seja a “raça” de um determinado indivíduo. Entretanto, não é apenas isso, trata-se de uma situação de poder sobre o outro. No Brasil ser índio,“mulato”, “moreno” e outros termos que diferencie o ser preto, é um privilégio. Portanto, chamar um branco com qualquer termo pejorativo jamais o inferiorizará. Nesse sentido não há racismo por parte do negro contra o branco. Pois não existe dominação do negro sobre o branco.

Outra questão levantada é o fato do negro “não se aceitar” enquanto negro. Ser negro nesse país nos dias atuais é uma questão política, de consciência da exploração sofrida por este grupo étnico. O indivíduo que não nasceu com a pele preta, imediatamente se une á ala dos não negros. Usando roupas de brancos, escutando músicas de brancos, agindo como um branco. Estas pessoas não podem ser consideradas racistas, logo que, sua condição não é de poder sobre outra etnia. Sem falar que esta atitude se justifica ao fato de que a vida se torna bem mais fácil se você fizer o que a maioria faz ou seguir as regras da maioria.

Durante séculos divulgava-se que aqui negros e brancos viviam em perfeita harmonia. Fato desmistificado ao analisar os dados de desigualdade social e até mais simples é só ligar a televisão e logo percebemos a ausência de negros nos programas televisivos. Quando não, estes são retratados como empregadas, pobres, bandidos, alcoólatras etc. Ao analisar um livro didático encontramos ilustrações de africanos (egípcios) retratados como brancos, homens “primitivos” na África como brancos, há centenas de páginas sobre a história dos brancos e poucas unidades sobre os negros (isto quando há).

Agora, se a Escola nada mais é que uma instituição inserida nesse contexto, o que esperar se não atitudes racistas em contra posição ao anti-racismo de alguns? Talvez possa soar pessimista ou até maniqueista, mas longe disso, entender essa relação de contradições e lutas dentro dos vários setores da sociedade faz com que a visão do problema seja mais ampla. É perceber que mesmo nos setores da classe operária o negro é discriminado e se este ascender à classe burguesa também será discriminado.

Para os negros e todos aqueles que já se libertaram da ignorância do racismo há duas lutas a combater, o da igualdade racial e o da igualdade social. E o acesso aos códigos dominantes nesse caso não resolveriam o problema do racismo, já que a Escola é racista e transmitirá a visão carregada de senso comum e inverdades sobre a negritude. Há que se criar uma Escola que ensine o pensar e a criticidade.

Claro que esta ideia não é a solução nem para a desigualdade social e nem para o racismo, pois, a educação é apenas um setor dentro de um conjunto enorme chamado sociedade. Porém, o mesmo indivíduo que hoje é o aluno, amanhã será parte do Clero, da Justiça, do Estado e assim sendo outros setores terão esta consciência de “classe sócio-racial”.

por Marcos Spitzer

CARNEIRO, Maria L. Tucci. O Racismo na História do Brasil.

MUNANGA, Kabengele. Para Entender o Negro no Brasil de Hoje.

Antonio Gramsci, Pedagogo da Emancipação das Massas. Revista Nova Escola. Junho/Julho-2004.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Os Gêmeos do Tambor – Reconto do Pobo Massai – Rogério Andrade Barbosa


O povo massai é nômade e guerreiro por natureza. É formado de vários grupos que vivem espalhados na África Oriental, entre o Quênia e a Tanzânia.

O autor deste reconto é Rogério Andrade Barbosa, que foi consultor da Unesco na Guiné-Bissau e tem se dedicado a divulgar a cultura africana na sua diversidade e originalidade. Ele agora inicia um novo ciclo em seu trabalho, que inclui a pesquisa de contos africanos de países de colonização inglesa.

Esta é a primeira lenda que diz respeito à África Oriental a ser publicada no Brasil. Conta os infortúnios vividos por Kipetete, homem casado com Awoi e Marogo. Graças a vários conflitos, Kipete morre achando que perdera seus filhos, conhecidos como “os gêmeos do tambor”. Mas, como em praticamente todas as culturas, o tempo é sábio e traz a verdade à tona.

No transcorrer do livro são apresentados diversos costumes e crenças do povo massai. Em termos de linguagem, a obra também é interessante. O livro mescla diálogos com discurso indireto, bem ao gosto das crianças.

Boa indicação para sala de aula, a história pode ser lida oralmente ou recontada pelos alunos. A leitura dirige-se a alunos e professores do ensino fundamental.

Tamanho: 15.5mb | Formato: mp3

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