sexta-feira, 22 de abril de 2011

PROFESSORA NOTA DEZ

Recebi por e-mail, vale um post!!!
 
PROFESSORA NOTA DEZ
    Havia certa vez um  homem navegando com seu balão, por um lugar desconhecido. Ele  estava completamente  perdido, quando encontrou uma pessoa... Ao reduzir um pouco a altitude do balão, em uma distância de 10m  aproximadamente, ele gritou para a pessoa:
- Hei, você aí­, aonde eu estou?
 
E então a jovem respondeu:
- Você está num balão a 10 m de altura!

Então o homem fez outra pergunta:
- Você é professora, não é?

A moça respondeu:
-  Sim...puxa! Como o senhor adivinhou?
E o homem:
- É simples, Você me deu uma resposta tecnicamente correta, mas que não me serve para nada...

Então a professora pergunta:
- O senhor é secretário da educação, não é?
E o homem:
- Sou...Como você adivinhou???
E a Professora:
- Simples: o senhor está completamente perdido, não sabe fazer nada e  ainda quer colocar a culpa no professor.

Casa das Áfricas de endereço novo

A Casa das Áfricas está de casa nova

O novo espaço conta com uma biblioteca mais ampla, para melhor abrigar o material em constante aumento; uma área para exposições e consulta do seu acervo de cultura material, cujas preciosidades estavam tão fora do alcance dos pesquisadores e amantes de peças africanas; uma sala para palestras, mais confortável e equipada, e um café para os usuários. Aguardem Novidades.

Rua Jaciporã, 88

Perdizes

Endereço: Rua Jaciporã, 88 - Perdizes. Cep: 01256-110. São Paulo.

Tel: 3801-1718


Agenda



segunda-feira, 18 de abril de 2011

História Geral da Africa – 8 volumes – Unesco

80e7b8c335 [História] História Geral da Africa   8 volumes   Unesco
Publicada em oito volumes, a coleção História Geral da África está agora também disponível em português. A edição completa da coleção já foi publicada em árabe, inglês e francês; e sua versão condensada está editada em inglês, francês e em várias outras línguas, incluindo hausa, peul e swahili. Um dos projetos editoriais mais importantes da UNESCO nos últimos trinta anos, a coleção História Geral da África é um grande marco no processo de reconhecimento do patrimônio cultural da África, pois ela permite compreender o desenvolvimento histórico dos povos africanos e sua relação com outras civilizações a partir de uma visão panorâmica, diacrônica e objetiva, obtida de dentro do continente. A coleção foi produzida por mais de 350 especialistas das mais variadas áreas do conhecimento, sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram africanos.
Relação de volumes da Coleção História Geral da Africa:
Volume I: Metodologia e Pré-História da África (PDF, 8.8 Mb)
Volume II: África Antiga (PDF, 11.5 Mb)
Volume III: África do século VII ao XI (PDF, 9.6 Mb)
Volume IV: África do século XII ao XVI (PDF, 9.3 Mb)
Volume V: África do século XVI ao XVIII (PDF, 18.2 Mb)
Volume VI: África do século XIX à década de 1880 (PDF, 10.3 Mb)
Volume VII: África sob dominação colonial, 1880-1935 (9.6 Mb)
Volume VIII: África desde 1935 (9.9mb)

DOWNLOAD EBOOKS GRÁTIS

História Geral da Africa – 8 volumes – Unesco

Tamanho Total: 85mb | Formato: pdf | Distribuído livremente pela Unesco

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Guerra civil na Líbia?

Guerra civil na Líbia?

Posted: 09/04/2011 by Revista Espaço Acadêmico in colunista da REA
por HENRIQUE RATTNER*
Os povos do mundo árabe têm sofrido nas últimas décadas sob a dominação de governos autocráticos impiedosos e opressores que roubaram suas riquezas e perseguiram qualquer voz dissidente. E o ocidente aceitou, por conveniência ou por interesses comerciais, essa situação degradante que fere os princípios básicos dos direitos e da dignidade humanos. A única alternativa que parecia existir era o regime do islamismo extremista, do tipo da teocracia iraniana.
O cenário mudou radicalmente quando um jovem tunisiano vendedor de frutas se auto-imolou em um ato de desespero após a apreensão de sua barraca pela polícia local. O movimento de protesto que desencadeou foi como um choque de abalo sísmico que atingiu toda a região, desde o Atlântico até o Golfo da Pérsia. Milhões de súditos passivos saíram às ruas para manifestar seus protestos contra os governos autoritários e clamar por reformas democráticas. A relativa facilidade com que as populações revoltadas derrubaram as ditaduras na Tunísia e no Egito não deve iludir os observadores e analistas políticos no mundo ocidental. Nos dois países, a recusa das forças armadas de atirar na população inviabilizaram a resistência dos governos, que foram obrigados a ceder às reivindicações por liberdade e democracia. (...)

Elos da Lusofonia

sexta-feira, 11 de março de 2011

quarta-feira, 2 de março de 2011

Currículo Pedagógico

Infelizmente quando se fala de currículo os educadores em sua maioria lembram-se de conteúdos específicos de suas disciplinas. O que é um grande problema não só para os alunos deficientes como para todos.
            Todos os seres humanos acabam se interessando mais por um assunto do que por outro, isto faz com que a dedicação e velocidade com que se aprende esses temas de interesse seja maior do que as de menor interesse. Então um professor preocupado, dedicado, simplesmente torna esses assuntos agradáveis aos sentidos de seus educandos. Mas como fazer isso quando estamos falando de diversidade? Se realmente respeitarmos as diferenças não basta adaptar conteúdos para a realidade da maioria, sempre haverá alguns que serão excluídos.
            Há que se pensar na possibilidade de se trabalhar de maneira dinâmica e não engessada. Criar um plano de ensino que não se altera durante seu cotidiano é o primeiro erro. Trabalhar com educação é trabalhar com seres humanos e isto significa diversidade, mentes pensando em velocidades diferentes, de maneiras diferentes etc.. Portanto, os objetivos de um plano de ação não podem ser “conteudista” e únicos, não se pode esperar que todos os alunos obtenham as mesmas respostas, o mesmo entendimento sobre determinado assunto.
            Então serão jogados planos de ensino e conteúdos no lixo? Claro que não. A grande questão é o foco, se o profissional de ensino focar em habilidades, atitudes e os conteúdos específicos forem sendo acrescentados como um “tempero” à este processo de aprendizagem, o resultado será bem diferente. Quando se faz uma aula com leitura, por exemplo, todos os alunos executam essa tarefa, cada um a sua maneira, alguns a fazem até de maneira auditiva mas a fazem. Portanto, o papel do professor agora é orientá-los dentro de suas possibilidades para uma melhor compreensão daquilo que foi lido.
            Sendo o currículo a “estreita ligação com o processo do desenvolvimento da sociedade...”[1] ele deve contemplar antes de mais nada, o respeito a vida, a diferença e não só a tolerância mas a valorização. Pois, de que adianta um aluno conhecer equações, operações matemáticas complexas, fórmulas de Química ou Física e ser machista, homofóbico, ou ter qualquer outro preconceito do tipo?


[1] Apostila FGF “Currículo Concepções Atuais” P.09