Camaradas,
minhas sinceras desculpas por não responder e demorar tanto pra voltar a postar! O problema é que sofri um acidente de moto, uma "porrada" mais ou menos, agora que estou me recuperando...
A respeito do vídeo Pierre Verge, nesse momento estou upando a parte que expirou e já estou preparando outros posts!!!
Obrigado a todos!!!
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
Pierre Verger - Mensageiro entre Dois Mundos
Narrado e apresentado por Gilberto Gil, Pierre Verger - Mensageiro entre Dois Mundos foi filmado na África, na França e na Bahia e aborda a trajetória do grande fotógrafo e etnógrafo francês que se radicou no Brasil. O premiado documentário, dirigido por Lula Buarque de Hollanda, inclui a última entrevista de Verger (filmada um dia antes de seu falecimento, em 1996), extenso material fotográfico, textos de Verger e depoimentos de amigos como Jorge Amado, Zélia Gattai, Mãe Stella, Pai Agenor e o historiador Cid Teixeira. Gênero: Documentário
Atores: Jorge Amado, Maurice Baquet, Mestre Braga, Mestre Zé, Gilberto Gil,
Direção:Lula Buarque de Hollanda,
Idioma: Português,
Legendas: Português
Ano de produção: 1999
País de produção: Brasil,
Duração: 83 min.
Distribuição: Europa Filmes
Vídeo:
AVI
largura = 720 pixels
altura = 540 pixels
compactação = Xvid
tamanho = 970 mb
senha = africabrasilis
sábado, 5 de setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Elza Soares e Milena - Centro Cultural São Paulo

Elza Soares e Milena apresentam-se no sábado (5), ao passo que Maria Alcina e a dupla “2ois” dividem o palco no domingo (6). Ai, que Saudades da Amélia e Na Cadência do Samba são obrigatórias. Livre. Sábado (5), às 19h; domingo (6), às 18h.
Grátis.
Ingressos distribuídos no dia, duas horas antes do show. O
Centro Cultural São Paulo – Sala Adoniran Barbosa (631 lugares) fica na Rua Vergueiro, 1000, próximo à Estação Vergueiro. O telefone é 3397-4002.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Brasil - Último exilado da ditadura militar chega ao Rio

Brasil - 21/07/2009 - 19h50
Último exilado da ditadura militar chega ao Rio
Antonio Geraldo da Costa , de 75 anos, último exilado da ditadura militar, chegou nesta terça-feira (21), ao Aeroporto Internacional do Rio.
“Neguinho-tigre”, como era conhecido, é ex-integrante da Associação de Marinheiros em 1964, realizou ações da Aliança Libertadora Nacional (ALN), grupo armado de Carlos Marighella, e fugiu para a Suécia na década de 1970.
Ele pediu anistia em 2005, mas temia voltar ao Brasil, porque não acreditava na democracia brasileira. Ele recebeu anistia em 2008.Neguinho foi saudado pelo grupo “Amigos de 68” e festejado no aeroporto Tom Jobim como “o último exilado brasileiro”, que preferiu ficar no exterior após a anistia política de agosto de 1979.
Ele vivia desde 1972 na Suécia, sob a identidade de Carlos Juarez de Melo, com a qual obteve nova cidadania, casou-se, teve dois filhos e trabalhou como cozinheiro para frades e auxiliar num asilo de velhos. Por mais de três décadas, viveu sob a falsa identidade que o inibiu de retornar ao Brasil.
O velho marinheiro imaginava que, mesmo depois da anistia, poderia ser preso pelos assaltos a bancos e, ao mesmo tempo, temia que as autoridades suecas o extraditassem, caso revelasse o nome verdadeiro.
O amigo Guilem Rodrigues Silva, também ex-marinheiro, ex-militante e exilado na Suécia desde o começo da década de 1970, foi quem mais o encorajou a regularizar sua situação e retornar legalmente ao Brasil.
No aeroporto, em meio à ansiedade da espera, Guilem lembrou lances da vida em comum com Neguinho. “Eu já vivia em Lund, cidade universitária sueca, em 1972, quando a polícia dinamarquesa me procurou porque três ciganos me haviam citado como contato.
Realmente eu havia recebido 2.500 dólares e comprei as passagens de dois deles, que fugiam do Chile, onde a situação política se deteriorava rapidamente”, disse Guilhem. “Aos poucos fomos todos convencendo Neguinho a resolver sua situação.
O fato de ele ter conseguido a cidadania sueca com nome falso realmente preocupava, mas sua história era verdadeira. A perseguição política e as torturas no Brasil não eram invenção”, afirmou. “Nos anos 1970, havia muitos brasileiros na Suécia, eu conheci o [Fernando] Gabeira dirigindo metrô por lá.
Com a anistia e o tempo, todos foram retornando e só ficamos eu e o Neguinho. Eu porque tenho oito filhos e quatro netos suecos, ele porque tinha o problema do nome falso, um detalhe que só os amigos mais próximos e sua própria família conheciam.” Foi, a propósito, uma amiga do exílio, Eliete Ferrer, também ex-militante da esquerda, quem ao voltar para o Brasil foi à luta e conseguiu uma segunda via da certidão de nascimento de Neguinho. Foi também o pontapé inicial da sua viagem de volta. Com base na certidão, o advogado Modesto da Silveira, defensor de inúmeras causas durante a ditadura militar, obteve a anistia e a aposentadoria como suboficial da Marinha, há cerca de dois anos.
Ao mesmo tempo, Guilem acertou com o advogado Sten de Geer, membro da nobreza sueca, o processo de indulto pelo crime de falsidade ideológica, e Neguinho pôde se livrar das amarras que o impediam de voltar ao Brasil sem sustos. Por isto, em meio às manifestações na sua chegada, ergueu o passaporte brasileiro como troféu. “Quero agradecer ao ministro da Justiça, Tarso Genro, por ter mandado uma pessoa daqui para regularizar a minha situação e eu conseguir meu passaporte”, disse.
Entre os antigos companheiros presentes à chegada, estavam os presidentes da Unidade de Mobilização Nacional pela Justiça (UNMA), ex-marinheiro José Alípio Ribeiro, e do Movimento Democrático pela Anistia e Cidadania (MODAC), ex-marinheiro Raimundo Porfírio Costa, além do advogado Modesto da Silveira e a amiga Eliete Ferrer, em cuja casa Neguinho ficará hospedado “até arrumar um apartamento”, como disse Guilem.
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